O Coronavírus (SARS-CoV-2) é um vírus muito novo e pouco conhecido pela comunidade científica, assim como as ações assistenciais direcionadas ao cuidado da pessoa com suspeita ou diagnóstico da COVID-19. Fato que tem desafiado os profissionais de saúde que atuam diretamente no cuidado a esses pacientes (BRASIL, 2020). Embora seja uma doença nova, já é possível encontrar na literatura científica evidências que fundamentem o processo de trabalho desses profissionais no âmbito hospitalar, o que favorece a elaboração de um conjunto de ações procedimentais de natureza preventiva e curativa, a fim de evitar e/ou reduzir ao máximo a propagação do vírus nesses ambientes, de forma a contribuir para a segurança de todos os envolvidos nesse contexto (BRASIL, 2020).
Diante disso, a partir da parceria com o Hospital Irmandade de São João Batista, do município de Macaé, foram elaborados por professores do Curso de Enfermagem da UFRJ-Macaé, Protocolos Operacionais Padrão (POP), baseados na literatura científica mais atual sobre a pandemia, com o objetivo de contribuir para uma prática profissional alicerçada em evidências científicas.


Pesquisadores da UFRJ-Macaé analisaram os dados dos casos acumulados, dia-a-dia, desde o início da infecção até a data de 3 de maio, na cidade de Macaé e sugerem que as políticas de mitigação de contágio, como os diversos decretos publicados pela prefeitura da cidade entre o final de março e início de abril, começaram a  surtir efeito por volta do dia 21 de abril, quando a curva de infecção mudou sua inclinação (para baixo).


Diante desta pergunta o leitor se espanta. Como assim? Todo dia tem uma notícia de um remédio novo que matou o vírus. Não é possível que ainda não exista tratamento para a covid-19!

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