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Biotério de Organismos Aquáticos

 

Nome do Coordenador: Dra. Natalia Martins Feitosa

Email do Coordenador: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Docentes que atuam no laboratório: Dra. Ana Cristina Petry, Dra. Angelica Ribeiro Soares, Dra. Natalia Martins Feitosa, Dra. Christine Ruta, Dra. Cintia Monteiro de Barros, Dr. Heitor Monteiro Duarte, Dra. Laura Isabel Weber, Dra. Lisia Monica de Souza Gestinari, Dr. Mauricio Mussi Molisani, Dr. Sergio Bolasina,

Nº alunos de graduação: 14 alunos

Nº alunos de mestrado: 11 alunos

Nº alunos de doutorado: 3 alunos

Técnicos que atuam no laboratório: -

Principais equipamentos utilizados no Laboratório: refrigerador, freezer e câmaras de cultivo. Os laboratórios são dotados de aquários e tanques, onde atualmente peixes, crustáceos, moluscos, ascídias e algas são submetidos a ensaios experimentais que duram desde poucas horas até meses.

Linhas de pesquisas desenvolvidas:

  • O efeito da fração solúvel do petróleo na traíra Hoplias aff. Malabaricus (Osteichthyes: Erythrinidae): avaliando experimentalmente danos moleculares, taxas de consumo e de crescimento corporal.
  • Fecundidade de Jenynsia multidentata (Teleostei: Anablepidae): explorando o investimento materno em múltiplas escalas.
  • O efeito da salinidade em Poecilia vivipara Bloch & Schneider 1801 (Poeciliidae): explorando as variações no provisionamento materno e outras táticas reprodutivas.
  • Crescer sob o risco da predação: respostas do peixe Poecilia vivipara à traíra Hoplias aff. Malabaricus.
  • Estudo da diversidade química e biológica de cianobactérias marinhas bentônicas do litoral do Rio de Janeiro.
  • Efeito da radiação UV-B na química defensiva da macrófita aquática Nymphoides indica.
  • Influência da atividade petrolífera na produção de metabólitos secundários e defesas químicas da macroalga parda Dictyota caribaea (Dictyotales, Phaeophyta).
  • Defesas químicas da alga vermelha Laurencia dendroidea.
  • Anelídeos poliquetas do Rio de Janeiro: estado do conhecimento, biodiversidade e diretrizes futuras.
  • Pilargidae (Annelida: Polychaeta): Um Modelo de Eco-Evo- Devo a partir de Estudos da Biodiversidade da Bacia de Campos.
  • Aspectos Morfológicos e Funcionais da neurorregeneração do sistema nervoso central utilizando-se modelos de invertebrados.
  • Estudo da modulação do sistema imunológico de invertebrados por neurotransmissores: Neuro-imune modulação.
  • Alterações estruturais e ultraestrutuais dos tecidos de invertebrados promovidos por xenobióticos.
  • Regulação do sistema imunológico de invertebrados: foco na ultraestrutura e produção de óxido nítrico.
  • Estudo da diversidade química e biológica de cianobactérias marinhas bentônicas do litoral do Rio de Janeiro.
  • Desenvolvimento de protótipo de sistema para captura de imagens da fluorescência da clorofila e a subsequente determinação da eficiência quântica da fotossíntese.
  • Monitoramento dos níveis de metais e de genotoxicidade em bivalves como indicadores da qualidade ambiental e da malacocultura.
  • O modelo animal Quadrivisio aff. lutzi (Crustacea, Gammaridea): estudo da tolerância a variações ambientais (salinidade e temperatura) e contribuição na padronização de bioensaios e componentes tóxicos resultantes da perturbação e contaminação ambiental.
  • Padrões de resposta ao estresse osmótico no Quadrivisio aff. lutzi (Crustacea, Amphipoda): osmoregulação e expressão gênica.
  • Estudos genotóxicos em Perna perna como indicadores da qualidade ambiental e sua importância na malacocultura.
  • Estudo genético e do padrão de distribuição da variegação da pigmentação dos olhos do anfípode Atlantorchestoidea brasiliensis ao longo de um gradiente latitudinal, do sul ao sudeste do Brasil.
  • Estudo da diversidade química e biológica de cianobactérias marinhas bentônicas do litoral do Rio de Janeiro.
  • Utilização de macroalgas marinhas pluricelulares como biondicadores de contaminação por metais traço e os efeitos de barragem na bacia hidrográfica do Rio São João como limitante na produtividade primária na região costeira entre a foz do rio Macaé e a península de Armação de Búzios.
  • Utilizaçäo de marcadores bioquímicos e moleculares em peixes para avaliação do grau de contaminação por hidrocarbonetos policíclicos aromáticos do estuário do rio Macaé.
  • Avaliação do efeito de efluentes na morfologia e expressão de genes biomarcadores no desenvolvimento de embriões de peixe, utilizando Danio rerio como modelo.
  • Aumento da produção de peixes pela automação da alimentação.
  • Ecofisiologia da osmorregulação em Poecilia vivipara Schneider, 1801 (Cyprinodontiformes: Poeciliidae)

Outras informações relevantes:

O Biotério de Organismos Aquáticos (BOA) se constitui num precursor dos laboratórios integrados e multiusuários do Nupem-UFRJ, pois foi concebido em 2008 a partir das necessidades de criação de um espaço funcional para manutenção e experimentação de organismos aquáticos.

Inicialmente sob a coordenação do Prof. André Morandini, o primeiro Edital de Apoio aos Biotérios da FAPERJ (E-26/111.098/2008) possibilitou a edificação do prédio e com o apoio da MCT/FINEP/Petrobras (13059-1/13352- 3) pelo projeto "Tecnologias para Avaliação de Impactos e Recuperação Ambiental em Áreas de Atividade Petrolífera na Bacia de Campos" a obra foi finalizada em 2010. Desde então, o objetivo do BOA tem sido fomentar a realização de pesquisas experimentais, envolvendo organismos marinhos e dulcícolas, em sua maior parte conduzidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação (PPG-CiAC).

Estrutura Arquitetônica

Contando com 74m 2 de área construída, o BOA é um espaço multiusuário composto por três laboratórios de experimentação climatizados e uma área de apoio, para lavagem, processamento de material e preparação de água filtrada e esterilizada em diferentes níveis de salinidade.

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