Período: 30/06/2017  à  30/06/2020
Coordenador: Cristiane Regina Silva Dantas

Resumo:
A Educação de pessoas surdas esteve por muito tempo seguindo um modelo médico de reabilitação em que o ensino das disciplinas curriculares ficavam muitas vezes em segundo plano, pois a preocupação principal que se manteve por décadas após o Congresso de Milão em 1880 era a de oralizar os alunos surdos para que fossem vistos como cidadãos pela sociedade, e para alcance de tal objetivo a língua de sinais era vista como prejudicial. Fato este que provocou um grande atraso na Educação de pessoas surdas, pois com o aprendizado dos conteúdos curriculares a segundo plano, os mesmos ficaram em defasagem curricular. Atualmente, a língua brasileira de sinais - LIBRAS já é reconhecida e regulamentada por Lei (Lei Nº 10.436/2002 e Decreto Nº 5.626/2005) e a política atual na Educação de Surdos é a da Inclusão e Bilinguismo. Tais propostas são ainda novas e ações têm sido feitas para que as mesmas se efetivem aos poucos. E, como forma de contribuir com a Educação de pessoas surdas é que este projeto se fundamenta e se sustenta, com estratégias de se produzir materiais didático- pedagógicos que contribuam na escolarização desses educandos.

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